Pular para o conteúdo principal

Ser Psicóloga, a profissão que me faz vibrar

Ser Psicóloga, a profissão que me faz vibrar

Por: Psic. Maria do Horto Palma Moraes

Decidi ser Psicóloga com 12 anos de idade, por conviver com conteúdos de psicologia nas rodas de conversas com meus pais. Com eles assisti ao filme: “Freud além da alma” e ali escolhi e decidi seguir essa profissão, a profissão que me faz vibrar e ser feliz. 

Eu amo minha profissão.

Eu amo ser psicóloga.

Eu amo atender pessoas, escutá-las e conversar sobre assuntos de psicologia.

Meu hobby é estar no meu consultório atendendo meus clientes.

Eu amo meu jeito de trabalhar integrando conhecimentos e técnicas.

Admiro cada história que ouço no consultório. Em cada relato, uma riqueza de experiências! 

Eu fico fascinada ao desvendar os mistérios, os segredos da história de cada um, gravados em seu corpo.

Minha motivação sempre resulta em satisfação quando ajudo pessoas a compreender seu sofrimento, pais que precisam se alinhar e se relacionar melhor com seus filhos; adolescentes que estão escolhendo sua profissão; mulheres que necessitam expressar emoções intensas de ciúme, de vergonha, de dependência, de solidão, de sintomas psicossomáticos que lhe incomodam e impedem de seguir sua vida, vislumbrar seu futuro e encontrar bem estar e felicidade; empresários e executivos que estão estressados com a condução de sua empresa/organização; psicólogos que como eu, amam integrar a psicologia analítica com o corpo e a funcionalidade saudável das nossas emoções.

Eu amo ler, estudar e ensinar psicologia às pessoas interessadas e motivadas em saúde integral.

E são os resultados de meu trabalho que retro-alimentam minha energia e motivação para continuar ajudando pessoas.

@maria_do_horto.psi; @mhdm.bio; https://www.facebook.com/mariaedalmio



Postagens mais visitadas deste blog

A perda e a tristeza

Estamos vivendo momentos de muitas perdas.  Perda de pessoas que nos constituem, que foram referência para formação da nossa identidade, com quem tivemos vínculos afetivos de muitos anos, que deixam vazios dentro nós, e isso dói. Vem a tristeza. Esse sentimento de recolhimento, silêncio e vazio. Ele expressa a perda de contato familiar. Como preencher esse vazio? Como enfrentar o medo do desconhecido? Como enfrentar o medo da morte? Esse vazio que sentimos, chamado de sentimento de tristeza, tem dois polos: o positivo e o negativo. O negativo da tristeza envolve sentimentos de solidão, culpa, abandono, falta, não ter ninguém para nos cuidar, para nos reconhecer, para nos amar. O positivo da tristeza envolve um voltar-se para dentro de si mesmo, envolve uma reflexão, um recolhimento e o reconhecimento desses sentimentos negativos em nós, para depois “virar a chave”, podermos nos perceber como pessoa adulta, inteira, capaz de seguir a vida, alimentados por nossa própria en...

Ano do Autocuidado e da Impermanência!

Ano do Autocuidado e da Impermanência! Este ano, especialmente, estamos vivendo momentos desafiadores. Precisamos nos reinventar a cada momento, sob pena de nos percebermos e nos sentirmos ultrapassados. A informação é rápida, intensa, e muda numa velocidade, capaz de nos tirar a tranquilidade e nos jogar para um estado de ansiedade, super focados num futuro incerto; ou num estado depressivo, voltados para o passado, para o que não deu certo ou o que não foi feito. Isso justifica a prioridade de nos reinventarmos, como pessoa e como profissional, nesta época de impermanência diária. Temos que tomar conta da nossa própria vida, sozinhos, quase sem ajuda, neste ano de 2020. Estamos tendo que nos recriar todos os dias, novas relações e novas profissões estão surgindo, tão rápido, conforme as necessidades se tornam prementes de satisfação. Mesmo em nossas casas, estamos precisando ser criativos e ativos; cuidar de nossa saúde como nunca pensamos que o faríamos, com atitudes simples e co...

AUTOESTIMA

                                     Quando se fala em autoestima, refere-se ao amor próprio que o ser humano tem ou deveria ter por si mesmo. É um autoconceito que a criança e o jovem vem estruturando a partir das suas percepções sobre o que representam para os outros, como pensam que os outros o vêem ou como o julgam e não sobre quem realmente são . Formam uma auto-imagem com as traduções que fazem das mensagens, na maioria, vagas e sutis, que recebem dos pais e dos professores revestidas de fantasias próprias da infância e da juventude. A auto-estima tem suas raízes na relação do ser humano com o mundo. Começa a se desenvolver, ainda no útero materno, também no momento do nascimento e nos primeiros cinco anos de vida. Do respaldo e da aceitação dos pais, surgem as bases para um autoconceito positivo.               Vive-se num mundo de “seguros”: saúde, v...